UEMS apresenta mais de 500 novas produções à sociedade.

     

    Mais de 500 trabalhos: esse é o resultado quantitativo do 1º Encontro de Pesquisa, Ensino e Extensão organizado pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, que começou hoje na Unidade de Dourados.

     

    Os trabalhos, expostos por meio de painéis e exposição orais, estão movimentando a Universidade com produções que dizem respeito a todas as áreas de atuação da Universidade.

     

    A abertura oficial do evento acontece hoje (18), às 1830 no anfiteatro central da UEMS e contará com apresentações culturais. Coral de Ouvintes em LIBRAS, interpretando a música “Imagine” de John Lennon, coordenados pela professora de sinais Ana Paula Colzani; e a Orquestra de Câmara da UEMS, coordenada pela maestrina Mirian Suzuki, serão os responsáveis pela atração.

     

    Após o momento cultural, acontece debate enfocando “Universidade e Sustentabilidade: articulação entre Ensino, Pesquisa e Extensão”, que terá a contribuição do Prof. Dr. Marcelo Augusto Santos Turine, Diretor Científico - FUNDECT/MS-Professor FACOM/UFMS; Profª. Drª Glaucia Almeida de Morais - UEMS; e como mediador o reitor da UEMS, Prof. Dr. Gilberto José de Arruda.

     

    Por fim, haverá o lançamento da Revista de Extensão”Barbaquá”, que está na fase da chamada pública para apresentação de artigos para a revista.  Para falar do “Barbaquá”, contaremos com o Prof. Dr. Yzel Rondón Suarez, chefe da divisão de publicações e o Prof. Dr. Edemar Benedetti, editor da Revista.

     

    Barbaquá

     

    O título da revista foi escolhido porque até a década de 1940 do século passado todo o sul de Mato Grosso do Sul possuía ervais em estado nativo que foram explorados economicamente até quase a sua extinção. Atualmente, são encontrados poucos pés desta planta nativa em alguns locais da região sul-mato-grossense antes dominada por esta riqueza natural.

     

    Uma das etapas do processo ervateiro era o Barbaquá, que os produtores de erva-mate adotavam na sua fabricação. era um sistema bastante rudimentar, constituído de um carijo, estrado de madeira onde eram depositados os feixes de erva para a secagem, sobre a boca de um túnel, que conduzia o calor produzido por uma fornalha. ali permanecia por aproximadamente vinte horas, para a completa torrefação das folhas. depois passavam para a cancha perfurada, onde se processava a moagem das folhas de erva, através de tração animal.

     

    Assim como o costume do barbaquá, que é o de preparar algo que será partilhado com outras pessoas, busca-se, também, por meio desta nova revista, compartilhar os conhecimentos e os saberes sistematizados nas universidades e existentes em cada comunidade deste país por meio da extensão universitária.