Equipe da Unimontes visita Municípios para agilizar obras do Brasil Profissionalizado.

     

    A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) adota as providências para agilizar as obras das escolas técnicas que serão construídas em Minas Gerais no âmbito do Programa Brasil Profissionalizado, implementado pelo Ministério da Educação com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e parceria com o Governo do Estado. De acordo com convênio assinado com o MEC/FNDE, a Unimontes será responsável pela construção dos centros de formação profissionalizante de nível médio/técnico em 13 municípios mineiros, envolvendo investimentos da ordem de R$ 96 milhões.

    Conforme o pró-reitor de Planejamento, Gestão e Finanças da Unimontes, Juventino Ruas Abreu Júnior, uma equipe da universidade iniciou as visitas aos municípios contemplados com o objetivo de verificar a situação dos terrenos doados pelas prefeituras para o recebimento das obras. Além de doação dos imóveis, as prefeituras devem dotar os terrenos da infraestrutura necessária para o começo das construções: terraplanagem, acesso pavimentado e redes de água, esgoto e energia elétrica.

     

    O programa Brasil Profissionalizado visa fortalecer as redes estaduais de educação profissional e tecnológica. Possibilita, ainda, a modernização e a expansão das redes públicas de ensino médio integradas à educação profissional, uma das metas do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). O objetivo é integrar o conhecimento do ensino médio à prática.

     

    CIDADES

    A Universidade Estadual de Montes Claros será responsável pela implantação das unidades do Brasil Profissionalizado nos municípios de Bocaiuva, Brasília de Minas, Espinosa, Grão Mogol, Ibirité, Janaúba, Joaíma, Lagoa Santa, Manga, Monte Azul, Pompéu, Taiobeiras e Unaí. O valor destinado para a construção de cada escola técnica é de R$ 7,385 milhões. Cada escola técnica terá 5,58 mil metros quadrados de área construída, com capacidade para 1,2 mil alunos. De acordo com as metas do programa, os centros de formação terão cursos profissionalizantes que serão criados a partir da demanda e vocação de cada microrregião. O máximo é de 3 cursos para cada centro.