Curso de Engenharia Agrícola da UEG inaugura Empresa Júnior

    O curso de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Goiás, ministrado na Unidade Universitária de Ciências Exatas e Tecnológicas de Anápolis, inaugurou no último dia 20 de fevereiro a Empresa Júnior Sênior Agrícola.


    De acordo com a acadêmica Fernanda Tainã, vice-presidente da empresa, a iniciativa é pioneira na Unidade; “A Sênior Agrícola é a primeira empresa júnior fundada na UnuCET, e essa iniciativa surgiu de professores empreendedores como o coordenador do curso de Engenharia Agrícola, Elton Fialho Reis e da professora de Administração Rural, Ana Emília Soares Ribeiro”, esclarece.


    Uma empresa júnior é uma associação de alunos sem fins lucrativos e com fins educacionais, que visa a aplicação prática dos conhecimentos teóricos adquiridos ainda no âmbito acadêmico e é formada e administrada exclusivamente pelos estudantes. “Coube à primeira diretoria a tarefa de elaborar o Estatuto e o Regimento Interno da empresa júnior, assim como registrá-la perante a Federal. Assim a empresa júnior dos alunos do curso de Engenharia Agrícola da UEG foi batizada com o nome de Sênior Agrícola”, explica a aluna Tainã.

    A idéia da empresa júnior surgiu por ocasião da V Semana de Engenharia Agrícola, da qual a Sênior Agrícola foi uma das organizadoras. Nesta época foi realizada a posse da diretoria fundadora, e apresentado o primeiro projeto da empresa, uma parceira com a Base Aérea de Anápolis no Projeto CERNE, que tem por objetivo recuperar áreas degradadas no perímetro da Base. “O projeto CERNE surgiu a partir da iniciativa do Capitão Rodrigues, que constatou o estado de degradação ambiental em que se encontrava a área que cerca a Base Aérea de Anápolis. O objetivo do projeto é reflorestar essa área com espécies nativas e exóticas, para tanto o Capitão conseguiu mudas em parceria com diversos órgãos como a Agência Rural. A Sênior Agrícola colaborou com esse projeto, desenvolvendo um sistema de irrigação por gotejamento que funciona por gravidade, eliminando a necessidade de uma bomba de recalque da água”.
                
    De acordo com os diretores, a empresa júnior poderá atuar nas seguintes áreas: engenharia de irrigação e drenagem do solo; construção para fins rurais e ambiência; projeto e otimização de máquinas e implementos agrícolas; pré-processamento e armazenamento de produtos agrícolas; eletrificação rural; planejamento e administração de serviços afins e correlatos. A empresa tem por objetivo desenvolver projetos a custo mais baixo do que os que são cobrados pelo mercado e até pode desenvolver projetos comunitários.