Secretários elogiam crescimento da UEAP.

    Na manhã de quarta-feira, 24/06, estiveram reunidos na Universidade do Estado do Amapá (UEAP) os secretários especiais Estado da Governadoria e da Coordenação Política e Institucional, Alberto Góes, e do Desenvolvimento Econômico, Antônio Carlos Farias. Acompanhado pelo magnífico reitor da UEAP, Professor Dr. José Maria da Silva, os gestores realizaram visita às instalações da Universidade e discutiram ações futuras para a instituição.

    Diante da infraestrutura encontrada: salas de aula climatizadas e 22 laboratórios instrumentalizados e equipados, Alberto Góes demonstra entusiasmo. “Eu confesso que me sinto muito feliz como técnico do governo, como secretário e como um dos defensores da proposta de criação da Universidade do Estado, em ver toda a estruturação que está acontecendo em termos de laboratórios, de equipamentos, de infra-estrutura para uma melhor qualidade do processo de transferência do conhecimento e de formação de profissionais qualificados”.

    O gestor ressalta também a disposição do governador Waldez Góes para a estruturação do Plano de Carreira da UEAP. “É uma determinação do governador que lancemos ainda este ano concurso público para contratação de profissionais com níveis de especialização, mestrado e doutorado para compor um quadro robusto e substantivo da Universidade”.

    Além de uma avaliação da estrutura instalada da Universidade do Estado, a reunião discutiu novos cenários de desenvolvimento para a Universidade, como, por exemplo, a abertura de concurso público, novas estruturas físicas, novos cursos e investimentos. Para o reitor José Maria da Silva, “a idéia foi ver o que se fez até agora, com visita in loco e projetar novas ações de melhoria da Universidade para os próximos anos”. Um dos desafios para o 2º semestre, de acordo com o magnífico reitor, é a implantação do Laboratório de Pesca, cujos equipamentos estão em fase de aquisição.

    Sobre o papel da Universidade para o Amapá, o secretário da Governadoria e Coordenação Política e Institucional salienta que a instituição assume cada vez mais importância no processo de desenvolvimento, especialmente em uma nova era, segundo ele assentada no conhecimento, na exploração racional e no aproveitamento adequado dos recursos naturais renováveis.

    “Nós não podemos esquecer que a Universidade do estado nasceu com a pretensão de aliar conhecimento ao processo de desenvolvimento, com a garantia de aproveitamento racional dos recursos naturais disponíveis no nosso Estado. Esse é um fator decisivo para o futuro da Universidade. Os novos investimentos se aliam numa vertente de infraestrutura com a vertente de capacidade humana”, defende o gestor.

    Na avaliação de Alberto Góes, a UEAP chega ao terceiro ano de implantação, no próximo dia 30 de junho, como uma decisão de sucesso do governador Waldez Góes, e completamente viável. Do mesmo pensamento comunga o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico. Entusiasta da UEAP e deslumbrado com o salto de qualidade da instituição, Antônio Carlos Farias concordou que a implantação da Universidade foi uma das decisões mais corretas do governador do Amapá sob o ponto de vista do conhecimento, da transformação de jovens em profissionais.

    “Eu acho que foi uma tacada de mestre que o governador deu. Colocou uma pessoa extremamente capacitada para assumir os destinos da Universidade, pela qualidade, capacidade e experiência que ele tem, realmente transformou o que existia aqui num local extremamente importante sob o ponto de vista do crescimento e do desenvolvimento desse Estado. Esta Universidade vai, com certeza, dar uma parcela significativa, grandiosa para o desenvolvimento econômico e social do nosso estado”, comemora Farias.

    Entre os planejamentos estudados para a formação superior da UEAP está a oferta de curso de Pós-Graduação nas áreas florestal e de recursos hídricos.  O reitor da Universidade ressalta que os cursos serão criados de acordo com a capacidade instalada da universidade, uma vez que, segundo ele, os atuais laboratórios da instituição estão equipados de forma a permitir a sua utilização por parte de novos cursos, como, por exemplo, na área da química. “O que nós precisamos, agora, é projetar a universidade para um novo momento, com concurso público, um curso de pós-graduação voltado para a política ambiental e florestal do governo, com novas estruturas de campi no interior”, reforçou.